A gente nunca teve tantas referências disponíveis. Pinterest, Instagram, TikTok, livros, filmes, viagens, exposições, arquitetura, embalagens, restaurantes, conversas, lugares. Tem sempre alguma coisa nova para olhar, salvar e colocar numa pasta pra consultar depois. E, de certa forma, isso é maravilhoso. Nunca foi tão fácil encontrar coisas interessantes. Mas será que consumir tudo isso significa, necessariamente, construir repertório? Já tivemos clientes que ficaram perdidos com o excesso de referências, mudando de ideia a cada revisão. Inseguros se deveriam seguir tendências de mercado ou suas próprias referências pessoais. Uma leva ao caminho genérico, onde acreditamos estar mais seguros. A outra leva…